5 erros comuns ao entrevistar um frontend

O principal desafio do recrutador é encontrar o profissional que melhor se encaixa nas oportunidades disponíveis. Quando se trata de entender o nível de conhecimento e experiência técnica de um candidato, existe um grande risco de chegar a conclusões erradas quanto a um profissional.

O ideal é contar com auxílio de uma pessoa do time técnico para ajudar no processo, mas caso não seja possível, segue uma lista do que compilamos como os 5 principais pontos de atenção ao analisar um desenvolvedor Frontend.

1. Não entender claramente o papel do front vs. do back-end

Boa parte das empresas trabalha com áreas de especialização de desenvolvimento. Existem profissionais responsáveis pelo desenvolvimento da interface gráfica, componentes com os quais o usuário interage (ex: texto, imagem, botões, formulários) inserindo dados que, por sua vez, são enviados para o servidor que processa essas informações.

Você pode ver mais sobre a diferença entre front-ends e back-ends no nosso post específico sobre esse tema. Algumas keywords ajudam a identificar profissionais que tenham conhecimentos de front-end (CSS, Javascript e JQuery) e também de back-end (Ruby, Java, Python, C++).

2. Confundir os papéis do front-end e do UX/UI Designer

Não é raro encontrar desenvolvedores front-end com boa noção de como estruturar a interface de um sistema visando uma melhor usabilidade e visual atrativo. Porém, é importante entender que UX Design e programação front-end são coisas diferentes. Em geral, poder contar com um profissional dedicado a estudo e prototipação de UI e UX traz resultados mais consistentes.

3. Não mergulhar em projetos passados ou portfólio

Muitas vezes, os candidatos valorizam experiências passadas e nível de conhecimento para impressionar o entrevistador.

O importante aqui é conseguir fazer um deep dive dos principais conceitos técnicos, isto é, conseguir filtrar qual realmente foi a contribuição da pessoa e os resultados obtidos em projetos passados. Reforçamos que o ideal é ter auxílio de um especialista nessa etapa, mas é possível usar um questionário ou prova técnica previamente montados para coletar as respostas e só depois validar se as informações fornecidas realmente estão corretas.

4. Não valorizar conhecimentos de SEO e mídias sociais

Saber como estruturar o código de front-end para se destacar no SEO é um diferencial importantíssimo. Hoje todas as soluções buscam atrair a atenção do usuário e estar presente em mecanismos de buscas e redes sociais. O front não necessariamente precisa ser um profissional de marketing digital, mas precisa com certeza saber estruturar código e, preferencialmente, conhecer ferramentas que facilitem ou que pelo menos não dificultem esse trabalho.

5. Pensar só em criação e não em manutenção de sistemas

Nem sempre sistemas são desenvolvidos do zero e pouco provavelmente será implementado e nunca mais alterado. Conhecer a habilidade do desenvolvedor a dar continuidade a projetos existentes e estruturar o código de facilitando a manutenção e evolução do mesmo é bastante importante.
Aqui, podemos pedir para o candidato corrigir um bug em um código de exemplo e/ou pedir para ele desenvolver um módulo simples que seja suficiente para avaliar a qualidade do código gerada.
Considerar esses 5 pontos listados acima diminuirá sensivelmente os riscos de se contratar um profissional que, posteriormente, não seja sua melhor alternativa.

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